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Pessoas e organizações

“As pessoas são a causa inicial e final das organizações. São meio e fim. São razão de ser e fazer, nas suas diferentes dimensões, éticas, culturais, sociais, económicas, políticas e históricas. No actual mundo complexo as respostas, paradoxalmente, tem de ser simples. A simplicidade é profundidade. Muitos dos decisores confundem simplicidade com superficialidade. São dois os desafios que se colocam às organizações na próxima década: o Tempo para sermos profundos e a Ética para sermos simples. Os valores individuais e das organizações tem de ser compatíveis. O desafio das próxima década é a compatibilidade dos valores e virtudes das pessoas e os valores da organização. O resto é secundário. Aristóteles na sua obra “Ética a Nicómaco”, alicerce do nosso pensamento, referia que a comunhão dos mesmos valores permite uma “amizade” sólida e duradoura. As organizações do futuro são aquelas que melhor souberem identificar os seus valores imutáveis e perceber que pessoas partilham dos mesmos.”

Depoimento em 15.02.2016 para Pessoas 2020.

 

 

50 documentários sobre História da Arte – gratuitos e online

“…

Confira a seleção de 50 documentários gratuitos sobre arte, que abordam a vida e a obra de grandes pintores como Michelangelo, Da Vinci, Picasso e Frida, além de alguns períodos que marcaram a História da Arte, como o impressionismo e o renascimento. A maioria dos vídeos tem legendas em português.

Retiramos o material do site Canal do Ensino, mas a pesquisa foi elaborada pelo blog Alma de Fotógrafo:

http://historiahoje.com/50-documentarios-sobre-historia-da-arte-gratuitos-e-online/

 

“Heaven’s Door” oil on canvas 40x40cm. 3 pontos simbólicos dos arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel ou da serenidade, coragem e sabedoria.

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Heaven’s Doors – Luis Bettencourt Moniz 2016 – 40x40cm oil on canvas

“Heaven’s Door” oil on canvas 40x40cm. 3 pontos simbólicos dos arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel

Arcanjo Gabriel

Seu nome significa: “Homem de Deus”. É o Arcanjo da Esperança, da Anunciação, da Revelação, sendo comumente associado a uma trombeta – é a Voz de Deus, o transmissor das boas novas.

Arcanjo Rafael

Seu nome significa “Deus te cura”. Este Arcanjo tem como sua principal característica ajudar na cura dos doentes e, por isso, é o guardião da saúde. Ele age principalmente nas instituições sociais, nos hospitais e até mesmo em casas que estejam precisando de sua ajuda.

Arcanjo Miguel

São Miguel Arcanjo, cujo nome significa “o que é um com Deus”, é considerado o chefe dos exércitos celestiais e o padroeiro da Igreja Católica Universal. É o anjo do arrependimento e da justiça. Seu nome é citado três vezes na Bíblia Sagrada:

 

Caminhos de Excelência – Trilho do Boição

Uma actividade Lycos – http://associacao-lycos.org/8244977_4easm

Um passeio por belas paisagens em redor de Lisboa. Uma cascata refrescante e testemunhos das Invasões Francesas.

Data e Hora

9 Julho, sábado, 16:45

Agenda

16:45 encontro e explicação pela guia do trilho
17:00 início da caminhada
19:30 fim previsto da caminhada

Cada um vai ao seu ritmo. O nosso lema é: Partimos juntos, chegamos juntos

Ponto de encontro

Quinta da Murta – Bucelas – Mapa – https://goo.gl/maps/PzREeR2Pbwn

GPS: 38°55’40.68″N; 9° 7’37.02″W

Distância
10Km

Nível
moderado

Descrição

Vamos iniciar a nossa caminhada junto à Quinta da Murta, casa que produz um dos mais afamados branco seco do nosso país, continuando pela a Estrada Velha de Boição em direcção a Bucelas.

Célebre pelos seus vinhos, Bucelas é também uma região cheia de história e de paissagens lindíssimas que poderemos sentir nesta caminhada.

De seguida vamos acompanhar e seguir a Ribeira de Boição, um afluente do Trancão. O percurso ao longo da ribeira leva-nos a locais de especial beleza.

Paramos na Cascata de Boição que apesar de não ser muito grande tem uma presença muito refrescante.

Teremos ainda oportunidade de passar pelos Fortes da Senhora da Ajuda que testemunham o papel de Bucelas na defesa da cidade de Lisboa – Linhas de Torres –  durante a terceira Invasão Francesa.

Recomendações

Essencial:
Calçado (ténis, sapatos ou botas de caminhada)
Roupa adequada para caminhar
Chapéu
Água (1,5l mínimo)
Protector solar
Fruta e barras energéticas ou frutos secos

É da responsabilidade do inscrito a avaliação da sua condição fisica para este evento
Preço

Crianças até aos 13 anos (acompanhadas por adultos) – gratuito
Adultos: 10€
Membros da Lycos, IMIF, Toastmasters e Rotary: 8€

Preço inclui

Acompanhamento por guias credenciados.
Seguro de acidentes pessoais

Inscrições

http://goo.gl/forms/0rEzjOBvvj6OcBLp1

A sua inscrição é obrigatória, para que possamos activar o seu seguro. Se inscrever mais de uma pessoa deve enviar os dados de cada participante.

Limite de 20 participantes

Pagamento

No acto da inscrição deverá transferir 50% do valor para

Conta: CGD em nome de Lycos
NIB 003521680002063073022
Colocar na descrição da transferência o nome do participante
Enviar comprovativo para associacao.lycos@gmail.com

Os restantes 50% do valor deverão ser pagos no local. Aceitam-se cancelamentos até ao dia  5 de  Julho, com devolução dos 50%.

Conteúdos e dados preocupam marketing

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Iluminura medieval “Temporal, First Saturday of Advent, Vespers, Capitulum”

 

Artigo publicado no jornal de Negócios em  22 Junho 2016
http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/luis_bettencourt_moniz/detalhe/conteudos_e_dados_preocupam_marketing.html

Uma das preocupações na agenda dos directores de marketing é a criação de conteúdo relevante para os diferentes canais digitais. Aumentar a confiança no mercado através da credibilidade dos conteúdos.

Não é apenas o digital que está a dominar e dominará os investimentos em marketing nos próximos anos. Trabalhar com analítica e métricas será uma competência nuclear nos próximos cinco anos.

O estudo, efectuado pela Accenture, junto de 600 directores de marketing, em 11 países, é claro na transformação digital que se está a operar no marketing e nas organizações. Mais de metade dos inquiridos revela que 75% dos orçamentos serão investidos no digital até 2019. O objectivo último é satisfazer os clientes. Mas só se fará através de duas transformações: reorientação para novos negócios, produtos, segmentos e canais. Segundo, pela opção de plataformas tecnológicas flexíveis que permitam a flexibilidade rápida a novas necessidades, sobretudo, no marketing em tempo real, ou seja, a interacções em meios digitais com apoio a algoritmos analíticos, “machine learning” e inteligência artificial.

A área analítica, através de contratação de “data scientists”, vai ser uma prioridade. Uma larga maioria, 86% dos inquiridos, mostra que o uso dos dados e da analítica tem um forte impacto no desempenho do marketing.

O canal mobile corresponderá a 50% dos investimentos digitais, assumindo a sua importância em toda a estratégia digital. A relevância está na experiência de cliente que emergirá em cada canal de interacção.

Uma das preocupações na agenda dos directores de marketing é a criação de conteúdo relevante para os diferentes canais digitais. Aumentar a confiança no mercado através da credibilidade dos conteúdos.

Não é de estranhar que, além da contratação de data scientists, surja também o investimento em especialistas de comunicação. Num estudo conduzido pela Curata, os directores apontam para um crescimento, ainda este ano, da contratação destes especialistas. Esperemos que as empresas nacionais comecem a pensar nestas duas áreas fundamentais: analítica e conteúdos. Não temos falta de profissionais: a sair das universidades ou a fazer trabalhos de referência internacional em várias empresas e projectos. Basta ter visão e vontade.

Nota: O autor não aderiu por vontade própria ao convencionalismo do recente acordo ortográfico.

Dados, marketech e fonte de Trevi

Dados, marketech e fonte de Trevi

Artigo publicado no Jornal de Negócios em 08.06.2016.

Artigo: http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/detalhe/dados_marketech_e_fonte_de_trevi.html

O centro da relação com os clientes deslocar-se-á para quem souber obter e analisar os dados. Se o marketing não o fizer, alguém o fará por ele. As áreas tecnológicas e de sistemas de informação podem ser os inimigos mas também os seus mais fortes aliados.

Os profissionais de marketing estão numa encruzilhada. Ou abraçam os dados ou a sua função e importância passa a ser residual. A abundância de dados – designada por big data – é uma vantagem para as marcas interagirem e compreenderem os seus clientes. É a matéria-prima da decisão nos dias de hoje. Não reconhecer o facto é hipotecar o futuro.

Os marketers devem pedir ajuda na área da análise e gestão de dados, sob pena de serem engolidos nos tsunamis de dados. Há muitos que o fizeram, fazem e farão. Esses estão a salvo. Perceberam que os dados são a fonte primordial para a evolução do marketing e não a fonte de Trevi que apesar da bela e intemporal apenas é guardiã de desejos.

O centro da relação com os clientes deslocar-se-á para quem souber obter e analisar os dados. Se o marketing não o fizer, alguém o fará por ele. As áreas tecnológicas e de sistemas de informação podem ser os inimigos, mas também os seus mais fortes aliados. O marketing tornar-se-á mais tecnológico não só fruto da digitalização dos processos, mas também do domínio do canal digital no relacionamento das organizações com as suas comunidades. Hoje há processos de decisões de marketing em tempo real. Interacções com clientes feitas por algoritmos e “machine learning”. Impensável há meia dúzia de anos. Há uma compressão da percepção do tempo e do espaço. Interagimos com os nossos clientes 24h por dia, 365 dias ao ano, em qualquer local.

O processo de mistura marketech é complexo. O cerne não está na tecnologia muito menos no marketing. O problema é como articulamos áreas diferentes. Como partilhamos sem sentimento de cedência. Como cedemos sem a percepção falsa de perda. Dizem os livros de gestão que a solução está na liderança, na gestão de equipas e na estratégia. A realidade é distinta. Em muitos casos há gestão por silos. Marketers de mente fechada e alcance reduzido, mas que se têm em muito boa conta.

A sabedoria milenar diz que o primeiro passo para resolver um problema é aceitá-lo de forma humilde. Os marketers devem pedir ajuda na área da análise e gestão de dados, sob pena de serem engolidos nos tsunamis de dados. Há muitos que o fizeram, fazem e farão. Esses estão a salvo. Perceberam que os dados são a fonte primordial para a evolução do marketing e não a fonte de Trevi que apesar da bela e intemporal apenas é guardiã de desejos.

Artigo em http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/detalhe/dados_marketech_e_fonte_de_trevi.html

 

No olho do furacão dos dados

hurricane-67581_960_720 (1)Artigo publicado em 07.04.2016 no Jornal de Negócios

Cada ano que passa, os dados digitais duplicam. Em cada ano, os dados que ficam por analisar aumentam. Todos os dias temos de decidir baseados em factos, em informação que provém de dados. Analisar, prever e optimizar.

São estes pressupostos que colocam os sistemas analíticos na ordem do dia das organizações.

Os dados são a nova revolução na gestão. Não tê-los é uma desvantagem competitiva. Tê-los também pode ser. Paradoxo? Não. O estudo publicado no início de Março pelo MIT Sloan Management Review sobre data & analytics mostra que depois da fase de deslumbramento com os sistemas analíticos a percepção de ganhos competitivos tem vindo a decrescer desde 2015, apesar do optimismo dos gestores.

Então o que está a suceder? … mais

Imagem: CCO Public Domain

https://pixabay.com/pt/users/eak_kkk-907811/

 

Quando a fidelização não é o que deveria ser

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Artigo publicado no Jornal de Negócios em 23.03.16

Perceber o potencial de aquisição dos consumidores de pacotes ou campanhas criados pela combinação de produtos e serviços – o que na área analítica se intitula por market basket analysis ou análise de afinidade – é um valor incomensurável para a lealdade.

O meu operador de telecomunicações abordou-me na semana passada. O assunto foi a oferta de um pacote especial e exclusivo. Eis, de repente, que pediram desculpa e afirmaram: “Afinal o programa não é para si que ainda está no período de fidelização.” Desligaram. Afinal nem foi especial nem exclusivo. Se a campanha não era destinada a clientes no período de fidelização, não é necessário capacidades analíticas avançadas para seleccionar os alvos da campanha. Falha grosseira, creio. Mais…

Imagem: CCO Public Domain

https://pixabay.com/pt/users/eak_kkk-907811/

 

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